Como entender a morte e o estado intermediário?

Paul N. Benware

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A Bíblia confirma a existência do purgatório? E quanto à teoria do “sono da alma”? O que acontece quando nós morremos? Este artigo traz uma apresentação bíblica do assunto.

Se tivéssemos de escolher entre um convite para uma festa ou para um funeral, a maioria certamente correria para optar pela festa. Afinal, esta oferece alguma esperança de diversão e alegria, enquanto um serviço fúnebre oferece apenas lágrimas, peso e desconforto mental e emocional. Ainda assim, o conselho do sábio rei Salomão era que seria melhor ir a um velório (“uma casa onde há luto”) do que a uma celebração (“uma casa em festa”). Ele justifica isso explicando que festas tendem a promover uma perspectiva de vida vazia e inútil, enquanto um funeral nos leva a encarar a realidade (Eclesiastes 7.2-6).

É claro que justamente esse ponto (encarar a realidade) leva muitos a se afastarem da sabedoria de Salomão. Certamente a morte não é tema dos mais agradáveis, e as pessoas preferem não pensar nela por causa do medo e do desconforto que ela intimamente nos causa. A verdade bíblica de que “o homem está destinado a morrer uma só vez e depois disso enfrentar o juízo” (Hebreus 9.27) reforça nitidamente o que a humanidade parece perceber intuitivamente – que há vida após a morte, e ela pode não ser agradável. Já que nenhum de nós passou pelo vale da sombra da morte, há certo mau pressentimento a respeito de tudo isso. Em geral, prefere-se evitar o pensamento a respeito da inevitabilidade e da proximidade da morte.

Assim, não é nem um pouco surpreendente o fato de haver tanta disposição em ouvir ideias e filosofias que falem de tranquilidade e paz após a morte. Muitos tentam acalmar o medo e a ansiedade das pessoas asseverando que não há punição eterna esperando por elas. Isso pode se manifestar na forma de algum programa de televisão com testemunhos de pessoas que alegam ter tido experiências maravilhosas e aconchegantes de quase morte ou que promova ensinos como o da reencarnação. Até mesmo dentro da igreja há quem tente convencer outros a não se preocupar demais com a morte, já que Deus é um Deus de amor; por causa disso, no fim todo mundo será salvo, e ninguém vai realmente sofrer tormentos para sempre.

Com certeza, é um grande eufemismo afirmar que a morte, o estado intermediário e a eternidade não são assuntos secundários. Na verdade, de todas as áreas da escatologia, nenhuma importa tanto quanto essa. Assim, queremos nos voltar para a Palavra de Deus para encontrar respostas conclusivas e definitivas.

A visão bíblica da morte

Ainda que a morte seja real e inevitável, ela não é algo natural. Quando Deus criou os céus e a terra, a morte não era parte disso. É por isso que, no fim, ela será derrotada para sempre (1Coríntios 15.26) e banida da nova criação – “Então a morte e o Hades foram lançados no lago de fogo” (Apocalipse 20.14a). As Escrituras falam de três tipos de morte: a morte espiritual, que é a separação entre o ser criado e seu Criador (p. ex., Efésios 2.1); a morte eterna, isto é, a separação final e permanente da pessoa não salva de Deus (p. ex., Apocalipse 20.14); e a morte física, na qual a parte imaterial do ser humano se separa de seu corpo material (p. ex., Gênesis 35.18-19).

Quando alguém morre fisicamente, essa pessoa não deixa de existir; antes, corpo e alma são separados um do outro.

A morte física é o encerramento da vida física por meio da separação do corpo e da alma. Ela nunca é aniquilação. [...] Morte não é cessação da existência, mas uma ruptura nas relações naturais da vida. Vida e morte não se opõem uma à outra, na qualidade de existência e não existência, mas são opostos apenas no sentido de serem diferentes modos de existência.1

Quando Estêvão estava sendo apedrejado, ele olhou para o céu e pediu em oração que o Senhor recebesse seu espírito (Atos 7.59). Quando Raquel morreu durante o parto, isso é descrito como sua vida partindo (Gênesis 35.18). Tiago ensina que na morte física o corpo se separa do espírito (Tiago 2.26). Nas Escrituras, a vida não é entendida apenas como existência, mas como bem-estar. Morte, portanto, é perda do bem-estar, não cessação do ser.

O estado intermediário

A morte e o crente

Depois de sua morte e antes de sua ressurreição, o cristão permanece em um estado intermediário. As Escrituras não contêm muitas informações sobre essa condição. O motivo é que a esperança do crente é a ressurreição, quando tudo será consumado, não o estado intermediário (entre a morte e a ressurreição). No entanto, os escritores bíblicos ofereceram algumas certezas importantes a respeito do que acontece ao cristão na morte.

Em primeiro lugar, os crentes recebem a garantia de que nada, nem mesmo a morte, é capaz de separá-los de seu Senhor Jesus Cristo (Romanos 8.38-39). Isso confirma que eles não serão abandonados nem por um segundo no momento da morte física. Jesus, que prometeu nunca deixar seu povo, não permitirá isso.

As Escrituras não contêm muitas informações sobre o estado intermediário. O motivo é que a esperança do crente é a ressurreição, quando tudo será consumado.

Em segundo lugar, o cristão não precisa ter medo de passar pela morte porque o Senhor Jesus, que já passou por ela, está conosco (Salmos 23.4). É verdade que a morte é vista como um inimigo que ainda tem uma ferroada dolorida, por carregar consigo diversos tipos de perda (1Coríntios 15.54-57). Mas Jesus venceu a morte e no futuro a destruirá. É interessante observar que os termos usados pelo Novo Testamento para referir-se à morte dos cristãos não são amedrontadores (p. ex., “dormirem”, 1Tessalonicenses 4.13-15).

Em terceiro lugar, o crente recebe a promessa de que a morte o levará imediatamente à presença de Cristo. Para o cristão, há apenas duas opções: estar em seu corpo físico, vivendo na terra, ou sair do corpo material para ir à presença de Cristo. Não há terceira opção, como o purgatório ou o “sono da alma”. O apóstolo Paulo explicou da forma mais clara possível, em 2Coríntios 5.6-8, que, no momento em que um cristão morre e deixa esta esfera da existência, ele entra imediatamente na presença do Senhor Jesus. Em momento algum essa passagem sugere a existência de um estado intermediário de inconsciência ou alguma espécie de purgatório. Paulo diz que, enquanto estiver morando no corpo, ele estará longe de sua casa no Senhor Jesus (verbo no presente); por causa disso, sua comunhão é incompleta (v. 7). Ele acrescenta que virá um momento (aoristo) em que isso mudará, e então ele estará na presença do Senhor e ausente do corpo, uma referência muito clara à morte (v. 8). Essa passagem claramente ensina que, no momento da morte, o crente entra em um estado de comunhão íntima com o Senhor. “Tanto as conjugações no infinitivo no versículo 8 quanto o paralelismo entre os versículos 8 e 6 indicam que estar na presença do Senhor acontece no momento em que alguém morre.”2

Charles Hodge apoia essa interpretação e também mostra que a presença de Paulo junto ao Senhor não é uma referência à ressurreição:

O apóstolo está falando dos motivos de consolo diante da perspectiva iminente da morte. Em essência, ele diz que a dissolução do corpo não destrói a alma nem a priva de um lar. Seu consolo é que, quando fosse despido, não seria encontrado nu. Enquanto seu lar fosse o corpo, ele estaria longe do Senhor, mas, assim que deixasse o corpo, estaria na presença do Senhor. É absolutamente óbvio que aqui o apóstolo está falando do que acontece no momento da morte.3

Outra passagem que forçosamente ensina que o cristão, ao morrer, vai imediatamente para a presença de Cristo é Filipenses 1.21-23. Nessa passagem, Paulo revela seu anseio íntimo de estar com o Senhor Jesus Cristo. Ele tem plena consciência de que os crentes se beneficiariam muito de seu ministério na vida deles, e isso o fazia desejar continuar na terra. Mas, a despeito de seu zelo pela salvação das pessoas e de seu grande desejo de ver os cristãos edificados em sua fé, ele anelava em partir e estar com Cristo. Paulo não teria esse anseio se a morte o levasse ao purgatório ou a uma condição de não existência (“sono da alma”).

A gramática dessa passagem implica o ensino enfático de que, na morte, o crente é levado imediatamente à presença de Cristo.

A preposição eis to acompanhada do infinitivo mostra “real propósito ou finalidade em vista” – o forte anseio que causa o dilema de Paulo. Ambos os infinitivos (analusai e einai) têm a mesma construção, portanto implicam a mesma ideia, a mesma expressão gramatical. [...] Em palavras simples, o único anseio de Paulo tem um objetivo duplo: partir e estar com Cristo! Se a partida não representasse um imediato estar com Cristo, ele teria usado outra construção de frase. Portanto, parece impossível que o apóstolo estivesse pensando em sono da alma, uma vez que ele deseja deixar o corpo e desfrutar espiritualmente da presença do Senhor.4

O uso dos dois infinitivos ligados pela conjunção aditiva “e” e um artigo definido deixa claro que o apóstolo está formando um conjunto com base nessas duas ideias. De acordo com seu raciocínio, a partida (morte) significa que ele estaria na presença de Cristo. Ele enxerga que há duas possibilidades diante dele e não deixa qualquer espaço para uma terceira alternativa.

Na morte, o crente é levado à presença de Cristo no céu. Como a ascensão levou o Senhor Jesus de volta à casa do Pai, é para lá que o cristão também vai. Precisamos lembrar que, quando Jesus retornar no arrebatamento para reunir sua igreja, os que tiverem morrido antes virão com ele (1Tessalonicenses 4.14). Vemos nisso que cristãos que morreram antes do arrebatamento (e, portanto, antes da ressurreição) estão com o Senhor Jesus no céu e retornarão com ele. Alguns teólogos sugeriram que, nesse estado intermediário, os crentes terão alguma espécie de corpo temporário. Essa ideia baseia-se em parte no fato de que, na transfiguração de Cristo, Moisés apareceu em forma física, embora a ressurreição ainda não tenha acontecido. Mas, ainda que a ideia do corpo temporário não seja clara, é certo que os cristãos estão com o Senhor.

O estado intermediário para o cristão não será tão maravilhoso quanto o momento em que ele receberá seu corpo glorificado e, assim, tiver salvação completa.

Na cruz, Jesus prometeu ao ladrão que morria ao seu lado que este estaria com ele no paraíso naquele mesmo dia (Lucas 23.43). A palavra “paraíso” (um termo que designa “parques” ou “jardins”) é usada três vezes no Novo Testamento como referência ao céu, onde Cristo está neste momento manifestando sua presença e glória. Paulo viu algumas das maravilhas do paraíso, que eram verdadeiramente magníficas, quando foi arrebatado para lá (2Co 12.2-4). Embora, sem dúvida, haja muita coisa que não sabemos nem podemos saber sobre a vida imediatamente após a morte, ela claramente é algo que merece a preferência quando comparada à existência atual. Ainda assim, o estado intermediário para o cristão não será tão maravilhoso quanto o momento em que ele receberá seu corpo glorificado e, assim, tiver salvação completa.

A morte e o incrédulo

O incrédulo também conserva uma existência consciente no momento da morte física. Mas seu destino não é agradável, já que ele recebe punição no inferno (Hades). Alguns sistemas religiosos se opõem à ideia de um lugar de punição consciente chamado inferno (Sheol e Hades). Destacam que essas palavras se referem ao túmulo ou a uma cova no chão, mas que nunca são equiparados à punição eterna. Ainda que seja verdade que essas palavras podem designar o túmulo e, de forma geral, o lugar dos mortos, também é verdade que elas são usadas como lugares de castigo. “Resumidamente, podemos dizer que o Sheol do Antigo Testamento em geral significa túmulo e, às vezes, lugar de punição, enquanto, no Novo Testamento, Hades e inferno são em geral lugar de punição, mas, às vezes, o túmulo.”5

Várias passagens bíblicas revelam que essas palavras são usadas como referência a lugares de julgamento e punição para os maus. Salmos 9.17 declara: “Voltem os ímpios ao pó [Sheol]”. Aqui, o “Sheol” é o lugar preparado para os perversos, não apenas um túmulo, uma vez que tanto justos quanto ímpios vão para o túmulo. Provérbios 23.14 afirma: “Castigue-a [a criança], você mesmo, com a vara, e assim a livrará da sepultura [Sheol]”. É óbvio que não há disciplina paterna capaz de impedir que a criança vá para o túmulo. Lucas 16.23 fala sobre o homem rico que morreu e, “no Hades, onde estava sendo atormentado, ele olhou para cima”. Vê-se claramente aqui a sua punição, aplicada imediatamente após a morte. Várias outras passagens mencionam um lugar no estado intermediário onde os perversos estão conscientes e sofrem castigo (p. ex., Mateus 5.22; 11.23; 23.33).

Tecnicamente, é verdade que a Bíblia não fala do inferno como um lugar de punição eterna. O inferno certamente terá fim quando for jogado no lago de fogo, mas o lago de fogo é claramente entendido como um lugar de castigo eterno (cf. Apocalipse 20.10,14-15). Quer seja no inferno, quer no lago de fogo, as Escrituras alertam com frequência para os terrores que aguardam aqueles que não querem se arrepender e voltar-se para o Senhor Jesus a fim de obter salvação e libertação do juízo.

A teoria do “sono da alma”

Alguns grupos (como os Adventistas do Sétimo Dia) defendem a posição teológica de que não há existência consciente entre a morte e a ressurreição. Esse conceito de não existência no estado intermediário baseia-se em parte em versículos que falam da morte como “sono” ou “dormir”. A perspectiva do “sono da alma” (ou, mais precisamente, da “extinção da alma”) fundamenta-se expressamente em uma visão da natureza humana que nega uma existência separada da parte imaterial do ser humano (alma ou espírito) no momento da morte. Não faz parte do escopo deste capítulo tratar da natureza humana, demonstrando que alma e espírito podem subsistir à parte do corpo. Mas, quando se entende corretamente que uma pessoa tem tanto uma parte material quanto uma imaterial, fica claro que “sono” é usado de forma figurada:

É claro que todo mundo reconhece que o corpo dorme até a ressurreição, isto é, torna-se inconsciente, insensível. O sono de que se fala é do corpo, não da alma. Quem ensina o sono da alma simplesmente confunde o adormecimento do corpo com o da alma. O ensino do sono da alma não aparece em lugar algum da Bíblia. Cada vez que a palavra “dormir” é usada em relação aos mortos, o contexto deixa claro que ela se aplica apenas ao corpo.6

A natureza desse “sono” do corpo é que, um dia, ele “acordará” na ressurreição. Dessa forma, essa figura de linguagem não é apenas um eufemismo, mas ilustra uma verdade profunda.

A doutrina do sono da alma foi construída sobre uma metáfora, o que não é hermeneuticamente apropriado. É verdade que o Novo Testamento descreve a morte como sono, mas não é correto desenvolver doutrinas de uma figura de linguagem. É evidente que estamos lidando com uma palavra que fala de aparências, não fatos. Quando olhamos para o corpo de um morto, essa pessoa parece dormir.

Tomados ao pé da letra, alguns trechos bíblicos impactantes destroem o conceito de sono da alma. Dois deles – 2Coríntios 5.6-8 e Filipenses 1.21-23 – já foram discutidos. Podemos acrescentar ainda várias outras passagens. Por exemplo, Lucas 16.19-31 relata a história do homem rico e Lázaro. Nessa passagem, Jesus ensina, incisivamente, que, ao morrerem, esses dois homens não foram reduzidos ao nível comum da não existência. A história não apenas perderia o sentido, mas ficaria muito enganosa. Seja uma parábola, seja um caso real, ela ensina que há vida imediatamente após a morte, que essa vida após a morte é consciente, que nessa vida após a morte os perdidos e os salvos ficam eternamente separados entre si e que os perdidos se lembrarão de alguns fatos de sua vida terrena.

Dessa forma, a existência consciente diferente para o homem rico e para Lázaro, simbolicamente descrita nessa parábola, deve ser um reflexo das condições do estado intermediário. Como tal, a parábola confirma o que aprendemos de outras passagens do Novo Testamento, a saber, que, imediatamente após a morte, os crentes serão levados para junto de Jesus, a fim de provisoriamente desfrutar de alegria em sua presença (provisoriamente porque o corpo deles ainda não foi ressuscitado), enquanto os incrédulos irão diretamente para um lugar de punição temporária.7

Outra passagem significativa é Lucas 20.38, onde o Senhor Jesus responde a uma pergunta dos saduceus sobre a vida após a morte. Os saduceus não apenas rejeitavam a ideia de uma ressurreição física, mas, de acordo com Atos 23.8, negavam a existência da alma após a morte. Jesus corrigiu ambos os erros ao apontar que Abraão, Isaque e Jacó não poderiam ter entrado em uma condição de não existência; eles existiam quando Deus apareceu a Moisés na sarça ardente (séculos depois da morte física deles), pois o Senhor se identificou como seu Deus. Os três patriarcas estavam bem vivos, embora não vivendo sobre a terra. Por fim, Jesus conclui afirmando que Deus é Deus de vivos.

Outras passagens que apontam para a vida após a morte incluem a declaração de Cristo ao ladrão na cruz de que este estaria com ele naquele dia no paraíso (Lucas 23.43) e também quando Jesus, na cruz, entrega (Lucas 23.46) seu espírito nas mãos do Pai (o que não teria qualquer sentido caso Jesus deixasse de existir no momento de sua morte).

À luz dessas evidências substanciais, é preciso rejeitar a teoria do sono da alma, pois é exegética e teologicamente defeituosa. Conclui-se, então, que, na morte, tanto salvos como não salvos experimentam continuidade de sua existência. Morte não é o fim do ser; antes, ela separa a alma do corpo. Na morte, o crente, que está “em Cristo” e jamais pode ser separado dele, é levado imediatamente à sua presença. Mesmo que ainda lhe falte o corpo glorificado, o crente conscientemente desfruta da presença gloriosa de Cristo no paraíso. Por outro lado, o incrédulo existe conscientemente em um lugar de castigo. Ele continuará ali até ser levantado dos mortos na ressurreição dos perdidos.

Notas

1 Louis Berkhof, Systematic Theology (Londres: Banner of Truth, 1949), p. 668.
2 Anthony Hoekema, The Four Major Cults (Grand Rapids: Eerdmans, 1970), p. 357.
3 Charles Hodge, Commentary of the Second Epistle to the Corinthians (Grand Rapids: Eerdmans, s.d.), p. 110.
4 Walter Martin, The Truth About Seventh-Day Adventism (Grand Rapids: Zondervan, 1960), p. 122.
5 Loraine Boettner, Immortality (Filadélfia: Presbyterian and Reformed, 1970), p. 101.
6 Ibid., p. 112.
7 Hoekema, The Four Major Cults, p. 358.

Este artigo foi adaptado de Manual de Escatologia Chamada, por Paul N. Benware.

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Paul N. Benware (Th.M., Dallas Theological Seminary; Th.D., Grace Theological Seminary) lecionou em muitos seminários e universidades, dentre eles o Moody Bible Institute e o Los Angeles Baptist College (atual The Master’s College). Autor de sete livros, Benware também contribuiu em outros livros e publicou artigos em diversos jornais e revistas. Ao longo de seus anos ensinando em sala de aula, continuou envolvido na igreja local, muitas vezes na posição de pastor. Benware vive com sua esposa, Anne, em Litchfield Park, Arizona. Eles têm quatro filhos e seis netos.

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