Congresso Profético

Todo Dia Com Paz

Domingo 13 Agosto

E, tomando o cálice e havendo dado graças, disse: Tomai-o e reparti-o entre vós... E, tomando o pão e havendo dado graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim.

Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós

(Lucas 22:17-20).

JESUS AGRADECE SEU PRÓPRIO SACRIFÍCIO

Nessa mais sagrada ocasião, não podemos ter dúvidas quanto a natureza da oração de Cristo. Essa é a única vez em Lucas onde se afirma que o Senhor Jesus "deu graças". Isso é dito duas vezes: primeiro pelo cálice com relação a festa da Páscoa, que apontava para adiante, para Sua morte; e depois Sua introdução da Ceia do Senhor, que deveria ser uma lembrança bendita de Sua morte. A profundidade e a realidade de Seus sentimentos em Seu agradecimento ao Pai, sabendo que em poucas horas Ele seria oferecido em sacrifício no Calvário, deve certamente mover nossos corações a maior das gratidões. Se Ele, num momento como aquele, poderia agradecer Seu Pai pelo grande sacrifício que iria fazer a nosso favor, então como podemos responder quando temos o privilégio de nos reunir para nos lembrar dEle? Que cada coração possa de fato, saltar numa oração de ações de graças a Ele que é infinitamente digno.

Não nos convém limitar ao partir do pão esta ação de graças por seu sacrifício. O partir do pão é a bendita união de ação de graças, mas o coração do filho de Deus, deve, em toda ocasião, levantar-se em agradecida adoração por esse dom bendito vindo do coração do Pai. Isso irá transmitir uma fragrância mais fresca e doce à oração feita a qualquer tempo.

 

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